Introdução: Um erro normalizado, uma ferida invisível O namoro na adolescência tornou-se, nas últimas décadas, algo quase incontestável. Pais cristãos, muitos sinceros, mas mal instruídos, tratam o namoro entre seus filhos como uma fase inevitável, até desejável, crendo que isso os protegerá de caminhos piores. É comum ouvir frases como: “Antes que se envolva com alguém às escondidas, prefiro acompanhar de perto”, ou, pior, “é melhor que eles descubram por si mesmos o que é amar”. No entanto, o que se vê é uma geração mergulhada em confusão afetiva, traumas emocionais, experiências sexuais prematuras e crises espirituais profundas. O namoro na adolescência, longe de ser um treino para o casamento, tem se tornado um ensaio para a destruição. O problema, contudo, não está apenas nos adolescentes. A superficialidade emocional e a imaturidade espiritual desses jovens são o reflexo direto da omissão de seus pais. A responsabilidade primária pelo caos dos relacionamentos precoces não recai...
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